terça-feira, 21 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Paranaense Design Company
With the purpose of increasing the members of this design discussion group, I describe below my intentions and my relationship with this issue. Thus, I hope all those who don’t know me or have no idea of my thoughts can understand the points I present here.
So time ago, I put a phrase in my blog which I used to say to get me on the way: “If I do those things I always did, I just get those things I always got”. Using this phrase as motivation, I started asking to myself what I was doing to improve my profession, and consequently, my future. The answer was it wasn’t good enough.
However, I knew if I want the results of my actions be effective and last for a long time, I couldn’t take up this cup alone. The problems I’ve got with social works had shown me that. And as the market always requested a pro-active behavior from me, I found that could be worth try again once more.
Then, firstly I thought to help my friends and get something in turn: see the collective. And as soon as I exposed my intentions for them, I started a personal research work aiming to get prepared for the movement growth. After all, despite of my current job (it is not a kind of job you can see strictly as a designer job) I’ve never stop following what was happing with my colleagues. Thus, based on my research and my professional experience, bellow follows my own opinion about how to continue and maintain this movement.
The problems we encounter in our profession are the same in all places: lack of opportunities, competition from “fake designers”, etc. So, following the principle that says “together we stand, dived we fall”, I believe the best way to start a reaction would be organize periodic meetings composed of both professionals and students to discuss solutions instead of problems.
Meetings like these create ideas and opportunities, what in turn generate solutions, forming a productive cycle from which a new reality will rise. And the best way to carry out all this is in an organized fashion. But walking from conceptual and perfect world to the real world demands a lot of patience and compromise, especially when disagreements come up. And these are the moments we must continue discussing until everybody be convinced that the action chosen is the best one.
We must innovate and collect high quality information, adapting ourselves to environment transformations and being sensible to changes. We need use our creativity to seek new ideas without being bound by examples from the past.
Each single place has your own reality. We cannot get intimidated when facing lack of choices or possibilities. It is necessary to provide educational support to professionals and stimulate their enterprising capacity, and associations, like discussion groups, play a main role in this context.
Firstly, such associations help to promote and develop professionals. Secondly, associations have more credibility before the society, because they do not have, in general, lucrative ends and work in favor of the collective.
Associations may have a physical place as meeting point in which social-oriented works are conducted through workshops, combining the background from experienced professionals with the willingness of students and recently graduated professionals.
With regards of the inclusion of students in the market, special care must be taken. We had to direct them and intercede on the university programs, which sometimes do not match with the market requirements.
It is also important to build a data base with a set of relevant references from our area and to schedule periodic activities, such as courses, talks and workshops, all of those directed to students, designers and professionals from related fields.
The advertisement of the actions taken by the associations is fundamental is also important. The kinds and mediums of announcement can be simple (e.g. reports, bulletins, websites, etc.), but must be well-spread, periodic and up-to-date. Indeed, small actions are better then nothing.
The current situation forces us to ask for support from companies, supplies and final consumers. By this way, the quality and efficiency of the professional would be certificated. Here, the point is credibility, i.e., exceed client’s expectations, promoting tranquility and satisfaction.
In 1996 was created the Brazilian Design Program (Programa Brasileiro de Design, PBD), whose aim was to qualify the national exportation and by means of this become the national product more competitive. As a result, many local design programs arose, and discussions at several levels took place. This initiative, besides forming a group of professionals willing to work, changed the mind of the Brazilian market and authorities, making them to look at design as an economic and strategically vital activity.
Nowadays, even with the huge distortions and simplifications, design is an activity recognized as essential for those who want qualify and make their products more competitive.
Entrepreneurs and marking executives already know when to call a designer. They know the how far our services go. The market has already perceived the difference.
Is up to us do our job to keep this position and correct the distortions.
Author: Edson Ramos
English version: Marco Antonio Jonack.
Apelo emocional da Marca.
Até onde eu entendo, qualquer empresa produz um produto e este é destinado para determinados clientes, certo? Essa relação é algo que deve ser construída com a ajuda de diversos fatores e ações. Até aqui, tudo ok.
O que eu quero descrever aqui são alguns acontecimentos, onde a empresa não viu o valor (ou ignorou) da sua marca e decidiu mudar drasticamente o seu logotipo.
Aqui e Curitiba existia uma rede de farmácias chamada Drogamed (declarou falência no dia 1º de maio). Mais de 100 lojas na região sul. Muito forte em Curitiba. No começo o logotipo era formado pelo Símbolo de uma Coruja (vide). http://design.pop.com.br/blog/19/11/2007/logo-logotipo-ou-logomarca/
Alguns anos depois, um grupo chileno chamado Ahumada, comprou a rede (com essa aquisição, o grupo Ahumada chegou perto de 1000 lojas em 4 países). E começou um plano de expansão e de adequação da nova marca.
Aí começaram os problemas. A coruja da marca Drogamed (apelidada de Corujito), tinha fans. Eu trabalhava no marketing da Drogamed nessa época, e várias pessoas ligavam reclamando, perguntando “porque é que matamos a coruja”. Tinha gente que não gostava, mas era uma minoria. O pessoal estava já familiarizado e não gostou de ter que se adaptar a isso.
O processo continuou com a gente adaptando a nova marca nas lojas já existentes e abrindo novas lojas no interior do Paraná e em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Novo problema. A marca (que era uma marca famosa EM CURITIBA de rede de farmácias), não possuía no seu formato, a palavra farmácia.
A Diretoria da época não tinha esse medo de não ser reconhecida fora de Curitiba. Resultado: nas outras cidades o pessoal achava que era um supermercado novo. A palavra farmácia teve que ser incorporada, gerando mais re-trabalho e dinheiro perdido.
Outros exemplos de mudanças foram mostrados aqui.
Fuçando a internet, acabei por achar o site Brand New (http://www.underconsideration.com/brandnew/) e me deparei com isso:
A sorte que isso foi apenas um trabalho estudantil com a pretensão de ser uma brincadeira. Mas a da Fiat, não foi.
E quando o cliente estraga seu trabalho?
Já se vai um bom tempo desde que não escrevo para vocês, mas espero não estar tão enferrujado assim. Por isso já vou logo falando de um assunto que tem me incomodado um poucopelo fato de que não é possível prever de maneira exata, como realmente pode ser usado seu trabalho.
Explico. Tanto produtos como projetos gráficos, devem ser concebidos com a premissa de como serão utilizados (lógico). Lembro que uma coisa que me deixou logo preocupado, foi aquela idéia de pensar na pior coisa possível que poderia ser feita com o projeto e pensar numa maneira de driblar ela.
(Lembro também da inscrição naqueles secadores industriais com a frase “Não seque o cabelo”)
Quando existe já a premissa que você vai continuar contribuindo com o cliente, tranquilo. Ninguém melhor que você para saber o que deve ou não ser feito. Mas e quando isso não ocorre? E porque ter mais essa preocupação?
Aquilo que pode estar sendo tranformado em algo absurdo, está lá no seu portifólio também. Por isso feliz ou infelizmente aquilo pode voltar contra você.
Com produtos, teoricamente fica mais fácil. É só colocar nas instruções e você acaba se livrando de usos indevidos. Mas e um website? Aqueles que são feitos com as ferramentas para que os próprios clientes inserem textos e fotos?
(Não aparecem as imagens daqueles sites com fotos distorcidas e milhares de gifs animados?)
Muitos podem dizer que é um saco ficar atualizando site, mas essa tarefa tá no meio e aí pode estar uma oportunidade de fidelização do cliente que você não precisa perder.
Nada mais seria que aquela velha história de ter a paciência no tom certo, para ensinar ao cliente o que é um bom design e como mantê-lo.
Aumentando seu comprometimento, colher frutos de uma profissionalização percebida pelo cliente é só questão de tempo.